sexta-feira, 23 de novembro de 2012




cosmic underground 
documentation platform
 artist residence
carrapatelo 2012/2013

terça-feira, 20 de novembro de 2012

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

terça-feira, 6 de novembro de 2012

terça-feira, 23 de outubro de 2012

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

terça-feira, 2 de outubro de 2012

segunda-feira, 1 de outubro de 2012



















Self Portrait in
Agnieszka Kurant, Multiverse. Minus One Dollar, Metal, 


http://csw.torun.pl

domingo, 30 de setembro de 2012



Toruń 16º
30 Setember 2012
Cosmic Underground
Documentation Platform-Museu Bernardo


quarta-feira, 26 de setembro de 2012

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Riga Bookshop-24 th setenbril 2012














27 Como é estranho. Mas é assim. Escamoteados hoje no futuro, estamos à mesma cheios de futuro. Porque todo o projecto é para a eternidade. Mesmo que se não acredite nela ou nele. Quando a eternidade estava no além, não se sabia que estava no aquém, ou seja em nós. O Além absorvia toda a instabilidade terrena. Mas encerrada aquela, ficámos com o transitório desta.  E foi então pensámos que esse transitório não podia ser. Porque a eternidade não se mede pela sua duração mas pela intensidade com que vivemos. No amor. Numa obra de arte. Num projecto devorador. O grande profeta político é sempre a eternidade que promete, porque sabe que essa é a sua medida inteligível. Hitler prometeu-a para mil anos, entendendo certamente que era bastante para se esquecer. Mas foi o marxismo-leninismo que, para acabar com mais questões, nos decretou o fim da História. O dos mil anos não chegou aos vinte. O do fim da História aguentou-se um pouco mais. Mas eis que também ele foi derrubado da sua mania  de titã. O vesgo capitalismo insinuou-se em infiltração no bloco de cimento armado (pela polícia) e fê-lo estalar. Polónia, Hungria e o mais. Mas como supor que a utopia acabou?
Há um combate a decidir entre ela e a vida. Mas só se decide no infinito. Porque o homem é o futuro de si, ou seja o mais que nunca é. Penélope não desfazia a teia apenas para suster os seus pretendentes, mas para não ficar sem trabalho. Ou seja, sem o mais que mora no impossível.



 in Vergílio Ferreira "Pensar" 1992
 pag 41/42 Bertrand Editora

terça-feira, 18 de setembro de 2012

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Casa Bernardo 12 /09/2012



McDonald's In Paradise



McDonald's In Paradise - Alexander Vvedensky Piano

McDonald's In Paradise



McDonald's In Paradise - Alexander Vvedensky Piano

V. Vvedensky "Donkey"



V. Vvedensky "Donkey" (В. Введенский "Ослик")
21.04.2012, Kätri Kiilberg, 8y
Teacher: Mirjam Kerem, Tallinn Music High School
Piano: Riina Joller, Tallinn Music High School

RED HOT CHILI PEPPERS - SCAR TISSUE - TALLINN



Tallinn 30/7/2012

Ozzy Osbourne -- Crazy Train [[ Official Live Vid...

terça-feira, 11 de setembro de 2012

segunda-feira, 10 de setembro de 2012





                                                                                                                                                                        

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

terça-feira, 31 de julho de 2012

O que não é pedra, é luz.


















O que não é pedra, é luz.

lado A

R. Maestro Armando Escoto, 9 | Caldas da Rainha
aberto das 15h. às 19h.

quinta-feira, 5 de julho de 2012




Jorge 2012
2 x c print 74x51 cm

Jorge Maciel, fotografado sobre peça de Ângelo Pacheco na Casa Bernardo, Caldas da Rainha
 em 12 de Junho 2012 às 14.37, por Pedro Bernardo.

O que não é Pedra é Luz.
Casa Bernardo

























José Pires. 2012
José Pires,fotografado no studio pavilhão 6, Caldas da Rainha, por João Sá Pereira, em 22 de Maio 2012, às 19.49.

c print 74x51 cm

o que não é pedra é luz
Museu Bernardo 2012



domingo, 24 de junho de 2012

quinta-feira, 21 de junho de 2012