segunda-feira, 3 de junho de 2013
sexta-feira, 31 de maio de 2013
O Fim da Violência
O Fim da Violência é uma exposição de artes plásticas comissariada por João Fonte Santa, a inaugurar pelas 17 horas de 8 de Junho de 2013 na Casa Bernardo, nas Caldas da Rainha e conta com a participação dos seguintes artístas:
António Caramelo, Gustavo Sumpta, Inez Teixeira, João Belga, João Fonte Santa, Mafalda Santos, Margarida Dias Coelho, Paulo Mendes Pedro Bernardo, Pedro Amaral, Rodrigo Cotrim, Sara & André e Susana Gaudêncio.
"A pobreza é a pior forma de violência"
"As Michel Foucault pointed out in his detailed study of the mechanisms of power, nothing suits power so well as extreme individualism. In fact, he explains, political and corporate interests aim at nothing less than "individualization", since it is far easier to manipulate a collectiion of discret and increasingly independent individuals than a community."
"[...]Arendt and Foucault reveal that power does not lie in armed individuals but in assembly- and everything conducive to that."
The Freedom of an Armed Society" , Firmin Debranbander, New York Times
"Devemos reinventar a utopia, mas em que sentido?
Há dois falsos significados para o conceito de utopia; um é o velho princípio de imaginar uma sociedade que sabemos que nunca se irá concretizar, o outro é a utopia capitalista na sua sistematização exponencial de novos e cada vez mais perversos desejos , nos quais, não só não nos é permitido concretizar como é obrigatório participar.
A verdadeira utopia é aquela que acontece quando a situação não pode ser pensada, quando não há um caminho pré-determinado que nos guie para a resolução dos problemas, quando não há coordenadas possíveis que nos tirem da pura urgência de sobreviver: temos de inventar um novo espaço!
A utopia não é um jogo de livre imaginação: a utopia é uma questão da mais profunda urgência, quando somos obrigados a imaginá-la como o único caminho possível. A única saída.
E é isso que precisamos hoje!"
Zizek! Zeitgeist Films
O Fim da Violência é a terceira de uma série de três exposiçôes que comissariei e que refletem e agem sobre a crise económica, mas sobretudo política que estamos a viver. Tendo como ponto de partida a primeira e a segunda exposições a contestação e a análise, respectivamente, esta terceira exposição propõe como situação de estudo a hipotética fim de crise e qual o tipo de sociedade ou UTOPIA que se pode criar. Dentro deste presuposto é pedido aos artístas participantes dois tipos de intervenção, por um lado uma resposta ao atrás enunciado, e por outro a colaboração plástica num centro de documentação que revele exemplos de situações de auto-organização popular como forma de transformação da sociedade.
Casa Bernardo, Rua Maestro Armando Escouto, nº.9. Bairro Maria Guilhermina, Caldas da Rainha
a exposição O Fim da Violência ficará patente até 15 de Setembro
António Caramelo, Gustavo Sumpta, Inez Teixeira, João Belga, João Fonte Santa, Mafalda Santos, Margarida Dias Coelho, Paulo Mendes Pedro Bernardo, Pedro Amaral, Rodrigo Cotrim, Sara & André e Susana Gaudêncio.
"A pobreza é a pior forma de violência"
"As Michel Foucault pointed out in his detailed study of the mechanisms of power, nothing suits power so well as extreme individualism. In fact, he explains, political and corporate interests aim at nothing less than "individualization", since it is far easier to manipulate a collectiion of discret and increasingly independent individuals than a community."
"[...]Arendt and Foucault reveal that power does not lie in armed individuals but in assembly- and everything conducive to that."
The Freedom of an Armed Society" , Firmin Debranbander, New York Times
"Devemos reinventar a utopia, mas em que sentido?
Há dois falsos significados para o conceito de utopia; um é o velho princípio de imaginar uma sociedade que sabemos que nunca se irá concretizar, o outro é a utopia capitalista na sua sistematização exponencial de novos e cada vez mais perversos desejos , nos quais, não só não nos é permitido concretizar como é obrigatório participar.
A verdadeira utopia é aquela que acontece quando a situação não pode ser pensada, quando não há um caminho pré-determinado que nos guie para a resolução dos problemas, quando não há coordenadas possíveis que nos tirem da pura urgência de sobreviver: temos de inventar um novo espaço!
A utopia não é um jogo de livre imaginação: a utopia é uma questão da mais profunda urgência, quando somos obrigados a imaginá-la como o único caminho possível. A única saída.
E é isso que precisamos hoje!"
Zizek! Zeitgeist Films
O Fim da Violência é a terceira de uma série de três exposiçôes que comissariei e que refletem e agem sobre a crise económica, mas sobretudo política que estamos a viver. Tendo como ponto de partida a primeira e a segunda exposições a contestação e a análise, respectivamente, esta terceira exposição propõe como situação de estudo a hipotética fim de crise e qual o tipo de sociedade ou UTOPIA que se pode criar. Dentro deste presuposto é pedido aos artístas participantes dois tipos de intervenção, por um lado uma resposta ao atrás enunciado, e por outro a colaboração plástica num centro de documentação que revele exemplos de situações de auto-organização popular como forma de transformação da sociedade.
Casa Bernardo, Rua Maestro Armando Escouto, nº.9. Bairro Maria Guilhermina, Caldas da Rainha
a exposição O Fim da Violência ficará patente até 15 de Setembro
sexta-feira, 24 de maio de 2013
sábado, 18 de maio de 2013
segunda-feira, 13 de maio de 2013
domingo, 12 de maio de 2013
segunda-feira, 6 de maio de 2013
terça-feira, 23 de abril de 2013
GAP, 2013 por João Belga.
Stencil em tinta spray s/ tela (120 x 190 cm).
Graffiti Against Plutocracy (GAP) foi uma organização secreta e libertária que actuou em Portugal, Espanha, Itália e Grécia no primeiro quartel do século XXI. Fundada em Portugal por volta de 2013, tinha por objectivo atacar o sistema financeiro gerido pelos interesses dos grandes bancos centrais. Defensores de uma ética DIY, adoptaram o graffiti como prática de sabotagem e fizeram da utilização de slogans uma forma de promover o protesto popular. Inspirados em artistas do século XX, como Barbara Kruger e Jenny Holzer, foram acusados de apelarem ao terrorismo através de frases polémicas, como: Kill a banker and safe the day.
domingo, 7 de abril de 2013
Um grupo de dez artístas plásticos convidou outros dez artístas e operadores plásticos para em conjunto realizarem uma exposição a que combinaram chamar war(m) Up!.
O resultado é uma exposição sem principios com vinte e dois autores e que abre a temporada Primavera/Verão 2013 da Casa Bernardo, nas Caldas da Rainha
O resultado é uma exposição sem principios com vinte e dois autores e que abre a temporada Primavera/Verão 2013 da Casa Bernardo, nas Caldas da Rainha
com: ANDRÉ PINTO,ANTÓNIO CARAMELO, COLECTIVO O BURACO, COLECTIVO POGO, GUSTAVO SUMPTA, INEZ TEIXEIRA, ISABEL RIBEIRO, JOÃO BELGA, JOÃO FONTE SANTA, JOÃO GABRIEL PEREIRA, MAFALDA SANTOS, MARCIO MATOS, MARGARIDA DIAS COELHO, MIGUEL TELLES DA GAMA, PEDRO AMARAL, PEDRO BERNARDO, RAQUEL MELGUE, RODOLFO BRITO, RUI SILVA, SARA & ANDRÉ, SUSANA GAUDÊNCIO
Sábado, 13 de Abril de 2013
Casa Bernardo, Rua Maestro Armando Escouto, nº.9. Bairro Maria Guilhermina, Caldas da Rainha Caldas da Rainha
terça-feira, 20 de novembro de 2012
sábado, 17 de novembro de 2012
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