terça-feira, 6 de novembro de 2012
domingo, 4 de novembro de 2012
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
segunda-feira, 29 de outubro de 2012
terça-feira, 23 de outubro de 2012
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
domingo, 21 de outubro de 2012
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
quinta-feira, 18 de outubro de 2012
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
terça-feira, 2 de outubro de 2012
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
27 Como é estranho. Mas é assim. Escamoteados hoje no futuro, estamos à mesma cheios de futuro. Porque todo o projecto é para a eternidade. Mesmo que se não acredite nela ou nele. Quando a eternidade estava no além, não se sabia que estava no aquém, ou seja em nós. O Além absorvia toda a instabilidade terrena. Mas encerrada aquela, ficámos com o transitório desta. E foi então pensámos que esse transitório não podia ser. Porque a eternidade não se mede pela sua duração mas pela intensidade com que vivemos. No amor. Numa obra de arte. Num projecto devorador. O grande profeta político é sempre a eternidade que promete, porque sabe que essa é a sua medida inteligível. Hitler prometeu-a para mil anos, entendendo certamente que era bastante para se esquecer. Mas foi o marxismo-leninismo que, para acabar com mais questões, nos decretou o fim da História. O dos mil anos não chegou aos vinte. O do fim da História aguentou-se um pouco mais. Mas eis que também ele foi derrubado da sua mania de titã. O vesgo capitalismo insinuou-se em infiltração no bloco de cimento armado (pela polícia) e fê-lo estalar. Polónia, Hungria e o mais. Mas como supor que a utopia acabou?
Há um combate a decidir entre ela e a vida. Mas só se decide no infinito. Porque o homem é o futuro de si, ou seja o mais que nunca é. Penélope não desfazia a teia apenas para suster os seus pretendentes, mas para não ficar sem trabalho. Ou seja, sem o mais que mora no impossível.
in Vergílio Ferreira "Pensar" 1992
pag 41/42 Bertrand Editora
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quarta-feira, 19 de setembro de 2012
terça-feira, 18 de setembro de 2012
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
V. Vvedensky "Donkey"
V. Vvedensky "Donkey" (В. Введенский "Ослик")
21.04.2012, Kätri Kiilberg, 8y
Teacher: Mirjam Kerem, Tallinn Music High School
Piano: Riina Joller, Tallinn Music High School
terça-feira, 11 de setembro de 2012
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
sábado, 8 de setembro de 2012
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
terça-feira, 31 de julho de 2012
terça-feira, 24 de julho de 2012
domingo, 24 de junho de 2012
quinta-feira, 21 de junho de 2012
segunda-feira, 18 de junho de 2012
O que não é pedra é luz
The Ozzy Project and Association P. Bernard presents on June 30, 2012 the exhibition, O que não é pedra é luz Joana Montez, João Belga, Pedro Bernardo and Pedro Cá. The exhibition is divided into two stages: the first in at Casa Bernardo, which opens at 17h, and the B in Museu Bernardo, which opens at 22h. The title, O que não é pedra é luz , the poem was taken from Octavio Paz´s PEDRA NATIVA, and the exhibition aims to show the work of four artists living in the city of Caldas da Rainha and how this work addresses issues of making art , the marginal major centres and halls. It is a demand for modern speech while unique and new programs for art to promote the existence of the peripheries. This exhibition is also to draw a portrait of subcultures that emerged in the post April 25, with the onset of globalization, and that carried with it´s new creative values, as do it yourself, to this day. The exhibition, O que não é pedra é luz, the project Caldas da Rainha Hardcore has the support program for artistic creation of the Calouste Gulbenkian Foundation and the Municipality of Caldas da Rainha.
Ozzy Project, Caldas da Rainha, in June 2012.
sábado, 16 de junho de 2012
sexta-feira, 15 de junho de 2012
A Associação P. Bernardo apresenta a exposição
O que não é pedra é luz por Ozzy Project
Dia 30 de Junho de 2012 a exposição colectiva, O que não é pedra é luz, de Joana Montez, João Belga, Pedro Bernardo e Pedro Cá. A exposição está dividida em dois momentos; o lado A na Casa Bernardo, que inaugura às 17h, e o lado B no Museu Bernardo, que inaugura às 22h. .
O título, O que não é pedra é luz, foi retirado do poema PEDRA NATIVA de Octávio Paz e a exposição pretende mostrar o trabalho desenvolvido por 4 artistas residentes na cidade das Caldas da Rainha e a forma como esse trabalho aborda questões do fazer artístico, marginal aos grandes centros e salões. É a procura de um discurso contemporâneo, ao mesmo tempo singular, e de novos programas artísticos que promovam a existência de periferias.
Esta exposição é também o traçar de um retrato de subculturas que emergiram no pós 25 de Abril, com o despontar da globalização, e que transportaram consigo novos valores criativos, como o do it yourself, até aos nossos dias.
A exposição, O que não é pedra é luz, resulta do projecto Caldas da Rainha Hardcore e conta com o apoio do programa da Fundação Calouste Gulbenkian para a valorização e divulgação artísticas.
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