terça-feira, 6 de novembro de 2012

terça-feira, 23 de outubro de 2012

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

terça-feira, 2 de outubro de 2012

segunda-feira, 1 de outubro de 2012



















Self Portrait in
Agnieszka Kurant, Multiverse. Minus One Dollar, Metal, 


http://csw.torun.pl

domingo, 30 de setembro de 2012



Toruń 16º
30 Setember 2012
Cosmic Underground
Documentation Platform-Museu Bernardo


quarta-feira, 26 de setembro de 2012

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Riga Bookshop-24 th setenbril 2012














27 Como é estranho. Mas é assim. Escamoteados hoje no futuro, estamos à mesma cheios de futuro. Porque todo o projecto é para a eternidade. Mesmo que se não acredite nela ou nele. Quando a eternidade estava no além, não se sabia que estava no aquém, ou seja em nós. O Além absorvia toda a instabilidade terrena. Mas encerrada aquela, ficámos com o transitório desta.  E foi então pensámos que esse transitório não podia ser. Porque a eternidade não se mede pela sua duração mas pela intensidade com que vivemos. No amor. Numa obra de arte. Num projecto devorador. O grande profeta político é sempre a eternidade que promete, porque sabe que essa é a sua medida inteligível. Hitler prometeu-a para mil anos, entendendo certamente que era bastante para se esquecer. Mas foi o marxismo-leninismo que, para acabar com mais questões, nos decretou o fim da História. O dos mil anos não chegou aos vinte. O do fim da História aguentou-se um pouco mais. Mas eis que também ele foi derrubado da sua mania  de titã. O vesgo capitalismo insinuou-se em infiltração no bloco de cimento armado (pela polícia) e fê-lo estalar. Polónia, Hungria e o mais. Mas como supor que a utopia acabou?
Há um combate a decidir entre ela e a vida. Mas só se decide no infinito. Porque o homem é o futuro de si, ou seja o mais que nunca é. Penélope não desfazia a teia apenas para suster os seus pretendentes, mas para não ficar sem trabalho. Ou seja, sem o mais que mora no impossível.



 in Vergílio Ferreira "Pensar" 1992
 pag 41/42 Bertrand Editora

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

terça-feira, 18 de setembro de 2012

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Casa Bernardo 12 /09/2012



McDonald's In Paradise



McDonald's In Paradise - Alexander Vvedensky Piano

McDonald's In Paradise



McDonald's In Paradise - Alexander Vvedensky Piano

V. Vvedensky "Donkey"



V. Vvedensky "Donkey" (В. Введенский "Ослик")
21.04.2012, Kätri Kiilberg, 8y
Teacher: Mirjam Kerem, Tallinn Music High School
Piano: Riina Joller, Tallinn Music High School

RED HOT CHILI PEPPERS - SCAR TISSUE - TALLINN



Tallinn 30/7/2012

Ozzy Osbourne -- Crazy Train [[ Official Live Vid...

terça-feira, 11 de setembro de 2012

segunda-feira, 10 de setembro de 2012





                                                                                                                                                                        

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

terça-feira, 31 de julho de 2012

O que não é pedra, é luz.


















O que não é pedra, é luz.

lado A

R. Maestro Armando Escoto, 9 | Caldas da Rainha
aberto das 15h. às 19h.

quinta-feira, 5 de julho de 2012




Jorge 2012
2 x c print 74x51 cm

Jorge Maciel, fotografado sobre peça de Ângelo Pacheco na Casa Bernardo, Caldas da Rainha
 em 12 de Junho 2012 às 14.37, por Pedro Bernardo.

O que não é Pedra é Luz.
Casa Bernardo

























José Pires. 2012
José Pires,fotografado no studio pavilhão 6, Caldas da Rainha, por João Sá Pereira, em 22 de Maio 2012, às 19.49.

c print 74x51 cm

o que não é pedra é luz
Museu Bernardo 2012



domingo, 24 de junho de 2012

quinta-feira, 21 de junho de 2012

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Casa Bernardo Today




O que não é pedra é luz







  The Ozzy Project and  Association  P. Bernard presents on  June 30, 2012 the exhibition, O que não é pedra é luz  Joana Montez, João Belga, Pedro Bernardo and Pedro Cá. The exhibition is divided into two stages: the first in at Casa Bernardo, which opens at 17h, and the B  in Museu Bernardo, which opens at 22h. The title, O que não é pedra é luz , the poem was taken   from Octavio Paz´s  PEDRA NATIVA, and the exhibition aims to show the work of four artists living in the city of Caldas da Rainha and how this work addresses issues of  making art , the marginal major centres and halls. It is a demand for modern speech while unique and new programs for art to promote the existence of the peripheries. This exhibition is also to draw a portrait of subcultures that emerged in the post April 25, with the onset of globalization, and that carried with it´s new creative values, as do it yourself, to this day.  The exhibition, O que não é pedra é luz, the project Caldas da Rainha Hardcore has the support program for artistic creation of the Calouste Gulbenkian Foundation and the Municipality of Caldas da Rainha.  

 Ozzy Project, Caldas da Rainha, in June 2012.

sábado, 16 de junho de 2012

sexta-feira, 15 de junho de 2012







Associação P. Bernardo  apresenta a exposição 
O que não é pedra é luz por Ozzy Project





















 Dia 30 de Junho de 2012 a exposição colectiva, O que não é pedra é luz, de Joana Montez,  João Belga, Pedro Bernardo e Pedro Cá. A exposição está dividida em dois momentos; o lado A na Casa Bernardo, que inaugura às 17h, e o lado B no Museu Bernardo, que inaugura às 22h. .


O título, O que não é pedra é luz, foi retirado do poema PEDRA NATIVA de Octávio Paz e a exposição pretende mostrar o trabalho desenvolvido por 4 artistas residentes na cidade das Caldas da Rainha e a forma como esse trabalho aborda questões do fazer artístico, marginal aos grandes centros e salões. É a procura de um discurso contemporâneo, ao mesmo tempo singular, e de novos programas artísticos que promovam a existência de periferias.
Esta exposição é também o traçar de um retrato de subculturas que emergiram no pós 25 de Abril, com o despontar da globalização, e que transportaram consigo novos valores criativos, como o do it yourself, até aos nossos dias.

A exposição, O que não é pedra é luz, resulta do projecto Caldas da Rainha Hardcore e conta com o apoio do programa da Fundação Calouste Gulbenkian para a valorização e divulgação artísticas.