sexta-feira, 12 de novembro de 2010

domingo, 7 de novembro de 2010

Talk | B learning



Talk | B learning
Pedro Bernardo/Stefano Urani
Dom 07 Novembro 2010
Casa Bernardo 16h

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

domingo, 17 de outubro de 2010

sábado, 16 de outubro de 2010

Margarida Dias Coelho

Grécia 2009/2010,2010
Magarida Dias Coelho
fotografia Paula Nobre

Casa Bernardo ontem

Caldas da Rainha,Casa Bernardo 15/10/2010

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Picture,2010
Rita Abreu

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Casa Bernardo Today


Coyote, 2010
Bárbara Assis Pacheco
Laura antes de mais existem coisas muito fáceis de fazer|Casa Bernardo
08/10/10






unicórnios,2010
Bárbara Assis Pacheco
Laura antes de mais existem coisas muito fáceis de fazer|Casa Bernardo
08/10/10





Soraya Vasconcelos
óleo s/papel 2010

Laura antes de mais existem coisas muito fáceis de fazer|Casa Bernardo

quinta-feira, 7 de outubro de 2010





Coyote, 2010
Bárbara Assis Pacheco


Laura antes de mais existem coisas muito fáceis de fazer

obrigado a todos


Laura antes de mais existem coisas muito fáceis de fazer | Sábado 2 de Outubro 2010 | Casa Bernardo

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Laura antes de mais existem coisas muito fáceis de fazer | Sábado 2 de Outubro 2010 | Casa Bernardo


A direcção do museu bernardo tem o prazer de convidar V. Exa. a estar presente na inauguração da exposição " Laura antes de mais existem coisas muito fáceis de fazer" da autoria de Rita Abreu,Rodrigo Tavarela Peixoto,Margarida Dias Coelho,Soraya Vasconcelos,Cristina Ataíde,Susana Anágua e Bárbara Assis Pacheco que terá lugar no próximo dia 2 de Outubro pelas 21 Horas na Casa Bernardo

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

“SITIO” Valter Vinagre






fotografias Paula Nobre




“SITIO” refere-se a um lugar. Esse lugar era o Matadouro Municipal de Caldas da Rainha, desenhado por Rodrigo Berquó em 1891 e inaugurado em 1894.

Quando lá entrei pela primeira vez em 1988, para fotografar, acompanhei os animais desde a sua entrada passando pelo abate, desmancho e saída para os talhos. Era uma arquitectura tão higiénica como feérica. Balidos misturados com vozes humanas, um cheiro adocicado a sangue e fezes, vapor de água e ruína.

Em 1997 volto a fotografar essa estrutura (desactivada em 1988/1989) para o catálogo “Spirit House” de Marina Abramovic que aí desenvolveu trabalhos de sua autoria. O lugar conservava, ainda, a memória das suas vítimas. Ganchos pendurados, tanques para animais mortos vazios, assim como vazios de água os bebedouros. Só silêncio e o mesmo cheiro que persistia anos após o seu encerramento e desinfestação.

É, neste lugar e durante este trabalho que contraio uma febre- a que os médicos não deram nome, nem explicação- que me manteve durante mais de uma semana entre o “cá e o lá”.

Lugar de suplício, de sacrífio. Lugar que já não existe, que foi transformado, branqueado. Em “SITIO” está a ruína, a violência, o medo, a morte, a memória….

Valter Vinagre
Mucifal, Julho de 2010

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

terça-feira, 20 de julho de 2010

segunda-feira, 19 de julho de 2010


“SITIO” refere-se a um lugar. Esse lugar era o Matadouro Municipal de Caldas da Rainha, desenhado por Rodrigo Berquó em 1891 e inaugurado em 1894.

Quando lá entrei pela primeira vez em 1988, para fotografar, acompanhei os animais desde a sua entrada passando pelo abate, desmancho e saída para os talhos. Era uma arquitectura tão higiénica como feérica. Balidos misturados com vozes humanas, um cheiro adocicado a sangue e fezes, vapor de água e ruína.

Em 1997 volto a fotografar essa estrutura (desactivada em 1988/1989) para o catálogo “Spirit House” de Marina Abramovic que aí desenvolveu trabalhos de sua autoria. O lugar conservava, ainda, a memória das suas vítimas. Ganchos pendurados, tanques para animais mortos vazios, assim como vazios de água os bebedouros. Só silêncio e o mesmo cheiro que persistia anos após o seu encerramento e desinfestação.

É, neste lugar e durante este trabalho que contraio uma febre- a que os médicos não deram nome, nem explicação- que me manteve durante mais de uma semana entre o “cá e o lá”.

Lugar de suplício, de sacrífio. Lugar que já não existe, que foi transformado, branqueado. Em “SITIO” está a ruína, a violência, o medo, a morte, a memória….

Valter Vinagre
Mucifal, Julho de 2010

quarta-feira, 2 de junho de 2010


Casa Bernardo|Caldas da Rainha|Portugal
Foto-Paula Nobre 2010

terça-feira, 1 de junho de 2010

Le Regard | Jorge Feijão| Casa Bernardo




2008/09
202x152 cm
barra de óleo e colagem
sobre papel de cenário,sobre MDF







2008/09
152x152 cm
acrilíco sobre papel






2008/09
152x152 cm
acrilíco sobre papel

Le Regard | Jorge Feijão



2008/09
202x152 cm
barra de óleo e colagem
sobre papel de cenário,sobre MDF

domingo, 11 de abril de 2010

sexta-feira, 9 de abril de 2010

terça-feira, 23 de março de 2010

quinta-feira, 18 de março de 2010

Jorge Feijão na Casa Bernardo

Entramos pelo páteo de uma casa envelhecida numa rua escondida
na confusão da cidade. Piso térreo, janelas e portadas quebradas
pelo sol, um caminho estreito. Entramos. Na intimidade da casa,
dos quartos, da antiga cozinha, subimos ao sótão, descemos
à cave. As paredes acusam a humidade da terra e o telhado
o peso da gravidade. Acendemos a lareira. Vamos ao jardim.
Falamos com as pessoas que ocuparam o espaço, do trabalho já
feito, das obras expostas e por expôr. São artistas alguns,
curiosos e amadores outros, mas acima de tudo, são amigos.
Amigos do projecto e do seu principal responsável, Pedro
Bernardo, fundador e criador do Museu Bernardo, dois anos
antes. Conversamos. Sobre arte, projectos e vontades. Surge a
associação para apoiar, defender e divulgar arte contemporânea
e criar um espaço de convívio e intervenção cívica que
reduza e questione o hiato entre a arte e a vida. Agradecemos
profundamente a cedência desinteressada dos donos da casa. E,
nesse espaço improvável de criação, de partilha entre o artista
e o público, os artistas e a terra, começamos lentamente a
avançar nessa direcção, entrando sem auras nem delongas, na
intimidade da prática do fazer artístico.
A casa aparece despida na sua simplicidade, sem artifícios
ou grandes espectáculos. E, na singularidade do espaço e dos
encontros que ele nos proporciona, são as obras que fazem o
espaço e não o espaço que faz as obras. E, talvez por isso, a
desordem e o diálogo que estabelecem entre si façam parte deste
nosso tempo que atravessamos.
Inaugura-se a casa com a exposição do Jomi. Aqui, na Casa,
no Centro Cultural e de Congressos e no Centro de Artes, é
curioso que “Le Regard” de Jorge Feijão, nos obrigue a um olhar
pela cidade e pelas suas instituições e nos obrigue, no rigor
laborioso com que criou a exposição, a um diálogo com a própria
geografia da cidade. Trabalho aturado que nos interpela pela
tensão do gesto no longo vazio da tela.
Ao lado do CCC e do Centro de Artes, a casa cresce e com ela,
o desejo de futuras e profícuas relações, exposições, mais trabalho, mais gente, mais amigos. Para arriscar pontes. Com todos.


Jorge Feijão na Casa Bernardo Sábado dia 20 de Março 2010, 21.30

sábado, 13 de março de 2010

quinta-feira, 4 de março de 2010

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010